O Ministro da Agricultura Blairo Maggi, anunciou que as exportações do agronegócio do Brasil deverão atingir a marca recorde de US$ 100 bilhões em 2018, no que seria um crescimento de 4% ante o ano passado.”É uma marca que vínhamos perseguindo e, agora, vamos alcançar”, disse ele, durante posse do novo presidente da Embrapa.

O setor de soja vem sendo beneficiado por forte demanda da China, bons preços diante de um câmbio favorável para exportações, além de uma safra histórica neste ano. A previsão ocorre em um ano em que as exportações do complexo de soja (grão, farelo e óleo) devem atingir um recorde de US$ 38,3 bilhões (de janeiro a setembro, foram embarcados 69,2 milhões de toneladas).  A soja é o principal produto da pauta de exportação do Brasil, o maior exportador global da oleaginosa.

Além de soja, o Brasil é o maior exportador de açúcar, café, suco de laranja, tabaco, carne de frango e bovina, e um dos maiores fornecedores globais de milho. As exportações de carne bovina in natura do país vem se destacando ultimamente, registrando recordes em agosto e setembro, também com a forte demanda da China, segundo dados do governo. As exportações do agronegócio do Brasil representaram pouco menos de metade das exportações totais do país no ano passado. Entre outros produtos importantes da pauta estão petróleo e minério de ferro.

Fonte: Internet

Conforme anunciou no evento de posse do novo presidente da empresa estatal, o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Eumar Novacki, “O agronegócio representa cerca de um quarto do PIB brasileiro, a sucessão na Embrapa visa dar continuidade à revisão estrutural e funcional da empresa, com o objetivo de aproximá-la ainda mais do setor produtivo, segundo o ministério.

O novo presidente da EMBRAPA, engenheiro agrônomo Sebastião Barbosa, contratado pela empresa estatal desde 1976, onde atuou em programas de controle e erradicação de pragas e trabalhou por 17 anos na Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), disse em seu discurso de posse que “no momento em que o Brasil está com suas contas deficitárias, a Embrapa precisará ser criativa para buscar recursos na iniciativa privada e em instituições internacionais”.

(Fonte: g1.globo.com)

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